BASEMENT JAXX – Good Luck
(feat. Lisa Kekaula)
Tell me tell me is life just a playground
Think you’re the real deal honey
And someone’ll always look after you
But wake up baby
You’re so totally deluded
You’ll end up old and lonely
If you don’t get a bullet in your head
Good luck good luck
Good luck in your new bed
Enjoy your nightmares honey
When your’re resting your head
You sold me sold me
Sold me down the river now
Hope you’re feeling happy now
Now you’ll always have a sneer in your smile
But wake up baby
You’re so totally deluded
You’ll end up old and lonely
If you don’t get a bullet in your head
Good luck good luck
Good luck in your new bed
Enjoy your nightmares honey
When you’re resting your head
And I’m glad so glad that I’m done with you
No more crying crying leaving me so black and blue
You backed me up against the wall but I stand tall
Don’t give a damn no more
Oh baby bye bye
No more lies
No more lies
No more lies
Without you
Good good luck
In your new bed
Enjoy your nightmares when your resting your head
Good good luck
In your new bed
Enjoy your nightmares
Good luck good luck
Good luck in your new bed
Enjoy your nightmares honey
When you’re resting your head
frase do dia
“Na próxima declaração do Imposto de Renda, o São Paulo Futebol Clube irá incluir o Curinthians como DEPENDENTE”
…a sociedade está se organizando em torno da tecnologia, a dependencia da
mesma aumenta a passos de gigante, todos os componentes tecnologicos
envolvidos no processo devem ser preservados do ponto de vista da
confiabilidade, integridade e disponibilidade…isto nos leva a um futuro
onde o grande desafio é estabelecer criterios de convivencia entre a
sociedade e a tecnologia…não há ( por enquanto ) crimes cometidos
essencialmente por máquinas e sim por humanos no comando dessas máquinas ou
até máquinas comandando outras máquinas porém sempre numa das pontas teremos
a presença ou influência determinante do ser humano…essa integração..esse
relacionamento tem que ficar claro aos olhos da legislação…em termos de
causa, efeito e responsabilidade.
Um dia de l(i)(u)xo
por
renato cabral
(www.oruminante.com.br)
Acordei com os mesmos pecados de sempre: preguiça, ira e o pênis ereto. Dia médio na vida deste médio. Trabalho, “bom dia Cristina”, café e a enrolação no banheiro, aproveitando as imagens recentes de um sono preenchido por corpos de meia calça preta.
A seleção dos principais e-mails para o lixo. O luxo da poltrona reclinável do chefe à frente e a sensação de que eu nunca vou comer sua secretária. O feijão e o arroz escorrendo pelas bordas do prato e da boca e o chocolate no bolso me tirando da média.
Uma passada na lotérica e uma cantada barata na moça do caixa. Cada dia desço mais, mais ridículo, mais perturbado. Mas ela aceita o convite. Eu acerto dois números.
Na minha casa entro escondido pela janela. Meus pais jogam buraco. Os buracos dela molhados. Metáforas baratas. Ela aceita tudo. Eu com a sensação de que às vezes é tão simples. Escuto meu pai gritando que bateu. Ela bate forte. Minha mãe diz que pegou o morto. Eu quase deixei a vida me escapar. Foi por pouco. Hoje foi, mas amanhã…
Num avião, o piloto informa:
- Senhoras e Senhores, o avião está a perder altitude e toda a bagagem deve ser atirada fora!
Apesar de mais coisas serem lançadas fora, o avião continua a perder altitude.
- Estamos ainda a baixar! Temos que atirar fora algumas pessoas… – avisa o piloto.
Há um grande rebuliço entre os passageiros. E continua o piloto…
- Para fazer isso, os passageiros serão jogados fora em ordem alfabética! Assim, há algum “Africano” a bordo?
Ninguém se move.
- “B”… algum Black a bordo?
Nada.
- “C”… algum Crioulo a bordo?
Continua nada.
- “D”…alguém De cor?
De novo ninguém se mexe.
- “E”….algum mais Escurinho?
Nisto, um pequeno menino pretinho pergunta ao pai:
- Pai? Afinal, o que somos nós?
- Esta noite, filho, nós somos Zulus…