JULIANA CARPANEZ
da Folha Online
A procura acima do esperado pelos PCs populares com financiamento facilitado esgotou os estoques do Magazine Luiza –até agora, esta é a única rede varejista a utilizar os recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) destinados à inclusão digital. A rede deve voltar a comercializar o produto neste sábado (14).
A “pausa” nas vendas teve início no dia 1º de janeiro e refere-se a um modelo específico da Positivo Informática –por enquanto o único PC a receber este benefício do programa governamental Computador Para Todos. Em 12 dias, o Magazine vendeu as 15 mil unidades do produto que, segundo suas previsões, seriam comercializadas em três meses.
O micro tem processador Intel Celeron D315, 40 GB de HD, 128 MB de memória, gravador de CD, pode ser conectado à internet, monitor de 15″, teclado ABNT, sistema operacional Linux em português e 27 aplicativos. Seu preço à vista é R$ 1.255, mas o grande chamariz –e responsável pela queima dos estoques– é o financiamento: 25 parcelas de R$ 69,90 (total de R$ 1.747).
As vendas são feitas com entregas programadas e, por isso, muitos daqueles que compraram o PC em dezembro só receberão o produto em janeiro. Este mesmo sistema funciona com a retomada das vendas neste sábado –isso significa que, depois de fechar negócio, os clientes não sairão das lojas com o computador.
“A partir de sábado, poderemos comercializar mais 30 mil peças. A entrega não é imediata, mas a diferença [de preços] é tão grande que vale a pena esperar alguns dias para receber o produto”, afirma Marcelo Rodrigues Neves, gerente de compras do Núcleo de informática do Magazine Luiza.
Estréia
O Magazine Luiza, primeira rede a receber os recursos do BNDES, passou a oferecer o financiamento –feito nas próprias lojas– no dia 20 de dezembro. Outras empresas estão cadastradas para ter acesso a esse benefício, mas o banco não divulga quais são elas.
Para oferecer o financiamento facilitado a seus clientes, as empresas têm de ser 100% brasileiras, auditadas e ter seus acionistas majoritários residindo no Brasil. Os micros financiados precisam custar até R$ 1.400, ter seus fabricantes cadastrados junto ao MCT (Ministério da Ciência e Tecnologia) e seguir configuração pré-estabelecida pelo governo.
Outra frente do projeto, em vigor desde junho, permite que os computadores de até R$ 2.500 sejam vendidos com isenção do PIS e Cofins. Isso, na prática, significa redução de cerca de 9,25% nos preços.
Da Redação
O lançamento de lagostas ao ar, para depois apanhá-las ou para que caiam na boca dos clientes, começou a ser praticado em alguns restaurantes americanos por causa do filme “Bom de Briga” (“Mr. Nice Guy”), de 1998, no qual Jackie Chan fazia essa brincadeira. São as chamadas “lagostas voadoras”.
Pois bem. Como uma mera bricadeira de cozinheiros como essa poderia resultar em morte?
A viúva Jacqueline Colaitis alega que seu marido morreu ao tentar se esquivar de um desses crustáceos. Colaitis, segundo a imprensa norte-americana, pediu na Justiça uma indenização de US$ 10 milhões pela morte de seu marido Jerry após uma operação do pescoço a que teve que ser submetido após o gesto que fez para evitar a lagosta.
“Você deve dizer aos cozinheiros que deixem de lançar lagostas nos clientes”, afirmou o advogado de Colaitis, Andre Ferenzo, a Toru Hasegawa durante a audiência do julgamento, que começou nesta quinta (12 de janeiro). Hasegawa é o chefe de cozinha de Benihana, o restaurante de Long Island, em Nova York, onde aconteceu o acidente.
“Até agora não tínhamos tido queixas”, afirmou o chefe, que assegurou que “sempre perguntamos aos clientes o que devemos fazer” e que “todos parecem gostar do jogo, embora alguns prefiram que, em vez de lagostas, lancemos pedaços de frango”.
Em resposta a Colaitis, Hasegawa deu a entender que o falecido – que foi ao restaurante com sua família para festejar o aniversário de um filho – machucou o pescoço ao tentar pegar a lagosta, não ao tentar se esquivar dela.
O Editor do UOL Tablóide sentiu uma forte indigestão ao publicar esta nota.
Fonte: EFE
Agência Estado
Sua TV aumenta o volume durante os intervalos comerciais? Apesar de muitas redes negarem qualquer oscilação no som da transmissão durante o intervalo comercial, acaba de chegar à Câmara projeto de lei que pretende acabar com isso. Segundo a proposta, de autoria do deputado Ivo José (PT-MG), as emissoras de rádio e TV que elevarem o volume de suas transmissões durante os comerciais poderão ser cassadas.
Na lei em vigor, a 10.222, que visa a regular os sinais de áudio das TVs e rádios, as emissoras que não cumprirem a padronização dos sinais estão sujeitas a suspensão por 30 dias.
Segundo o projeto, que será analisado em caráter conclusivo na Câmara nos próximos meses, a rede que aumentar o volume durante o break receberá uma multa. No caso de reincidência, terá sua transmissão de intervalos comerciais suspensa por 30 dias. Somente se abusar uma terceira vez, pode ter sua outorga cancelada.
Na Globo, a explicação para as constantes reclamações de telespectadores sobre a oscilação do volume durante os intervalos comerciais é o tom mais dinâmico que algumas propagandas são gravadas. É esse tom, segundo a rede, que dá a impressão de que o volume do comercial está mais alto.
Para técnicos da Albert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão), essa oscilação de volume existe e é bem maior do que se imagina. Eles alegam que algumas produtoras de comerciais enviam os filmes publicitários com o volume mais alto do que deveriam, deixando o ajuste para os operadores de áudio das emissoras, o que nem sempre acontece. As produtoras, por sua vez, se eximem da culpa e dizem que tudo o que gravam está dentro das normas. Talvez com punição os culpados apareçam.
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Reuters
Os fãs do cinema pornô que foram à feira erótica promovida em Las Vegas, neste fim de semana, tiveram uma oportunidade e tanto: viram de perto uma demonstração erótica de duas estrelas do gênero. Kinzie Kenner e Kami Andrews fizeram a festa dos fotógrafos em poses mais que provocantes.
A feira foi uma extensão da premiação organizada pela AVN que destacou os principais nomes do cinema erótico nos EUA no ano de 2005. Além da “performance” das duas atrizes, os fãs da indústria pornô puderam encontrar outros ícones do gênero como o veterano Larry Flint, fundador e dono da revista Hustler.
Outro que chamou a atenção foi Ron Jeremy, um dos principais atores pornô dos EUA. O assédio em cima de Jeremy foi tamanho que ele teve até que autografar o seio de uma fã. A agraciada com a lembrança foi Natasha Strange, uma dominatrix veterana.
Um decreto que proíbe cônjuges de se despirem completamente durante o ato sexual, vem gerando uma grande polêmica entre os doutores egípcios da lei islâmica, a charia. “Estar completamente nu durante o ato sexual invalida o casamento”, sentenciou o “fatwa” religioso o xeque Rashar Hasán Jalil, ex-reitor da faculdade de Charia da Universidade de Al-Azhar, a mais célebre do islã sunita.
Sua opinião desatou uma grande controvérsia entre os teólogos na rede de televisão por satélite Dream e em artigos do jornal independente Al-Masry Al-Yom.
O chefe do comitê de fatwas da Al-Azhar, Abdullah Megawer, considera que os esposos podem se olhar quando estão nus, mas desde que evitem a visão dos órgãos sexuais. Por isso, lhes recomenda que façam amor cobertos por uma mantas ou lençóis.
Sem ser tão radical como o xeque Hasán Jalil, a diretora do departamento feminino dos estudos islâmicos em Al-Azhar, Soad Saleh, afirmou para a Dream que não é proibido ficar completamente nu e o ato também não invalida o matrimônio, mas os cônjuges devem evitar tirar toda a roupa conforme os bons modos e pelo exemplo do Profeta. Apesar do enfoque moralista, Saleh afirma ser partidária de tudo que cerca e faça os cônjuges se amarem.
Felizmente para alguns como Abdel Mooty, um famoso sábio da charia e membro do centro de estudos islâmicos, não há nada proibido durante o ato sexual, exceto a sodomia. Segundo ele, nenhum texto sagrado impede as pessoas de ficarem nuas ou de olharem o corpo do cônjuge quando fazem amor.
AFP
Luzes piscam conforme música.
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Fórmula acidente
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Comercial do Jeep
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Carro x Boeing 747
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